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Voltemos um pouco no tempo. Mais especificamente, ao ano de 2009. Naquela época, quando acontecia um acidente de trânsito, o perfil da vítima não era detalhado. Era algo superficial, como citar apenas condutor de veículo automotor ou, em casos mais específicos, motorista de caminhão. E quando um motociclista morria na estrada? Ele também entrava na estatística como condutor de veículo automotor, o que impossibilitava reunir dados mais precisos sobre quem estava perdendo a vida no asfalto. Outro detalhe é que há uma década essa vítima estava na faixa etária de 35 a 40 anos.

O que percebemos é que ao longo dos anos o cenário mudou – e muito! A grande quantidade de mortes no trânsito passou a ser, em boa parte, com os vulneráveis do trânsito, ou seja, motociclistas, ciclistas e pedestres.

Esses e outros dados estão contidos num estudo inédito sobre trânsito capixaba lançado pela Fetransportes. O levantamento traz um conjunto de estatísticas e análises que foram desenvolvidas por diversos órgãos públicos e privados que trabalham na organização do trânsito, na melhoria da mobilidade das pessoas e na estruturação da segurança viária. O material apresenta um histórico de informações das rodovias federais, estaduais e vias municipais, faz uma análise do cenário atual, exibe projeções para os próximos anos e define o perfil das vítimas de trânsito.

Para montar o levantamento, a equipe da Fetransportes contou com dados das seguintes fontes: Detran-ES, Polícia Rodoviária Federal, secretaria de Estado da Segurança Pública e Batalhão de Trânsito da Polícia Militar, dentre outras entidades relacionadas ao trânsito. O estudo vai destacar, ainda, iniciativas como as das prefeituras de Vitória, Vila Velha, Cariacica, Linhares e Nova Venécia.

O trabalho foca no comportamento do trânsito no Espírito Santo, mas também reúne informações do cenário nacional e internacional, citando exemplos de benchmarking e dando um aperitivo do que os países referência no assunto fizeram de positivo para reduzir o número de mortes.

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